Assembleia aprova plano de reestruturação do Sindicato

Ao microfone, o presidente da FEM-CUT/SP, Valmir Marques, o “Biro Biro”, parabenizou a categoria e o Sindicato

Ao microfone, o presidente da FEM-CUT/SP, Valmir Marques, o “Biro Biro”, parabenizou a categoria e o Sindicato

A categoria metalúrgica de Pinda aprovou na manhã de domingo, dia 17 de março, um plano de reestruturação do Sindicato dos Metalúrgicos.

A assembleia geral extraordinária, que foi amplamente divulgada nas bases, aprovou mudanças necessárias para manter o equilíbrio financeiro da entidade e oferecer melhorias aos sócios.

A proposta prevê o reajuste de 0,5%, mas de forma escalonada e em três anos. Este ano a mensalidade sindical irá para 1,1%, em 2014 para 1,3% e em 2015 para 1,5%.

Outra medida para minimizar o impacto para os sócios é que os reajustes só entrarão em vigor após as campanhas salariais.

A utilização do valor referente ao Imposto Sindical também faz parte do plano de reestruturação.

O presidente do sindicato, Renato Marcondes, o “Mamão”,

“Hoje a realidade e a dimensão do sindicato são muito maiores do que quando ele foi criado, há 25 anos. Nunca houve um reajuste. Estudamos muito a proposta que foi levada em assembleia e só a apresentamos porque é realmente necessária para manter a saúde financeira da entidade e também fazer as melhorias que precisamos. Quero aqui registrar o agradecimento a todos que compareceram naquela manhã de domingo para decidir os rumos do Sindicato. A presença de vocês foi fundamental para confirmar a nossa direção na busca de melhorias para a categoria.

O presidente da FEM-CUT/SP, Valmir Marques, o “Biro Biro”, esteve presente na assembleia.

“Esta decisão está no caminho certo, porque fortalecerá e beneficiará os trabalhadores. Esta direção do Sindicato tem histórico atuante e combativo”, disse.

Jornal O Trabalhador.Edição 45.Abril de 2013.indd

Na questão estrutural do sindicato, uma ampla reforma irá ocorrer na sede da entidade, que passará a ter um auditório. Além disso, ampliações serão feitas na Colônia de Férias e no Clube de Campo.

Para o 1º de Maio – Dia do Trabalhador, o Sindicato planeja um evento maior, inclusive já está definido o sorteio de um carro 0km e duas motos a sócios do sindicato.

O que é o imposto sindical?

Jornal O Trabalhador.Edição 45.Abril de 2013.indd

O imposto sindical, também chamado de “contribuição sindical” é uma lei federal que existe desde 1940 e só pode ser alterada pelo Congresso Nacional.

O imposto equivale a um dia de salário de todos os trabalhadores brasileiros e é descontado no holerite de março.

Do total descontado, 60% são depositados, após cerca de dois meses, na conta do respectivo sindicato; outros 15% para as federações de trabalhadores; 10% para o Ministério do Trabalho (Conta Especial Emprego e Salário); 10% para as centrais sindicais e 5% para as confederações.

Os empregadores também recolhem a contribuição sindical para os seus órgãos de representação e para o Ministério do Trabalho.