Metalúrgicos da CUT reafirmam luta pela Convenção Coletiva

Dirigentes decidem manter mobilização para pressionar patrões pela Campanha Salarial

Andrezão, Sérgio, Vela e Pepeo

Andrezão, Sérgio, Vela e Pepeo

Nessa terça-feira, dia 10, a direção plena da FEM-CUT/SP (Federação dos Sindicatos de Metalúrgicos da CUT São Paulo) realizou mais uma reunião de avaliação da Campanha Salarial 2017: Resistência, Unidade e Luta.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Pindamonhangaba participou com o presidente Herivelto Vela, o vice André Oliveira – Andrezão, o secretário de Finanças Sérgio da Silva e o dirigente Marcelo Bitencourt – Pepeo, membro da Federação.

Segundo Luiz Carlos da Silva Dias, o Luizão, presidente da FEM-CUT/SP, alguns grupos patronais têm optado por “esfriar” as negociações com objetivo de não assinar a Convenção Coletiva de Trabalho e assim, a partir de 11 de novembro, data em que a reforma trabalhista passa a vigorar, retirar os direitos da categoria.

“Avaliamos a situação de cada grupo patronal e com unidade, reafirmamos o compromisso do início da Campanha, que é a assinatura da Convenção para a manutenção dos direitos”, explicou Luizão.

2017_10_10 Campanha Salarial.Reunião FEM15436 - Marina Selerges

Os dirigentes também reafirmaram a importância da aprovação da Cláusula de Salvaguarda, que tem o objetivo de garantir o compromisso de debate entre as partes sobre qualquer alteração prevista na reforma trabalhista ou na terceirização de atividades fins.

“Nosso compromisso é barrar os efeitos da reforma trabalhista por meio da Convenção Coletiva e estamos no caminho”, avaliou Luizão.

Fonte: Agência de notícias da FEM-CUT/SP