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Paralisações em Pinda aumentam pressão nos patrões pela Campanha Salarial

As paralisações feitas aqui em Pinda movimentaram as negociações com a bancada patronal. Isso foi falado na plenária de todos os sindicatos com a nossa federação, a FEM-CUT/SP, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, nessa quarta-feira, dia 26 de agosto.

As quatro maiores fábricas de Pinda já tiveram paralisações, Gerdau, Novelis, Confab e GV do Brasil. Todos os atos tiveram adesão total e mostraram a força e a unidade dos trabalhadores.

Segundo o presidente do Sindmetalpinda, André Oliveira, as paralisações tiveram grande impacto.

“São empresas que tem peso nas discussões das bancadas patronais e a nossa mobilização foi muito forte. As paralisações tiveram todos os trabalhadores juntos, unidos, levantando os braços na assembleia, mostrando disposição de luta. Isso faz toda a diferença. Ainda tem muito pela frente, as negociações são duras, mas com essa energia que a gente tem demonstrado a gente conquista a vitória”, disse.

Os dois dirigentes do sindicato que são membros da Federação, Odirley Prado e Marcio Fernandes, também participaram da plenária. Odirley ressaltou que o movimento sindical ficou ainda mais integrado.

“Várias cidades intensificaram as mobilizações. Nós participamos do ato em Sorocaba, depois em Taubaté, e até mesmo outras centrais sindicais também se uniram, como é o caso de São José dos Campos e Campinas. É todo esse conjunto de mobilizações que mostra a força da categoria metalúrgica e faz o patronal se mexer. Vamos seguir na luta”, disse.

A assembleia geral da Campanha Salarial em Pinda já está marcada para definir os próximos passos em cada grupo patronal. Ela será na terça-feira, dia 1º de setembro, com 1ª chamada às 17h e 2ª chamada às 18h, na sede do sindicato. Participe!

Fotos: Comunicação FEM-CUT/SP e direção do Sindicato

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